
O governo Lula precisará ter coragem para rever a política de assistencialismo no Brasil. A ajuda social é necessária para quem realmente precisa, mas não pode se transformar em dependência permanente do Estado.
É preciso combater os abusos, fiscalizar melhor os benefícios e criar metas de qualificação e inserção no mercado de trabalho.
O Bolsa Família não pode ser um caminho para a acomodação, mas uma porta de saída da pobreza.
O Brasil precisa de oportunidades, emprego e dignidade. Assistência social deve proteger quem precisa, não substituir o trabalho e a geração de renda.