
A população de Belmonte está revoltada com a situação de diversas obras do Governo do Estado que permanecem paralisadas há anos, deixando importantes equipamentos públicos abandonados e sem previsão clara de conclusão.
Entre os casos que mais chamam a atenção está o Mercado Municipal Otto Alencar, que leva o nome do senador baiano e permanece com as obras paralisadas há muitos anos. Mesmo sendo uma estrutura de grande importância para o comércio local, o equipamento ainda não foi concluído.
Outro símbolo do abandono é o centenário Teatro Sosisgenes Costa, cujas obras estão paralisadas há quase seis anos. O espaço, que possui importância histórica e cultural para Belmonte, segue sem que a população saiba quando poderá voltar a receber atividades.
A situação também se repete na Estação Rodoviária, onde a estrutura deteriorada já se transformou em um verdadeiro amontoado de ferros, evidenciando a falta de continuidade dos trabalhos.
Mais recentemente, o Aeroporto de Belmonte entrou para a lista de obras inacabadas. O projeto está paralisado há cerca de um ano, aumentando a insatisfação dos moradores e levantando questionamentos sobre os motivos que levaram à interrupção dos serviços.
Diante de tantos projetos inconclusos, cresce entre os moradores a cobrança por explicações e, principalmente, por uma solução. Belmonte não quer apenas anúncios de obras: a população quer ver os equipamentos concluídos e colocados efetivamente à disposição da comunidade.
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