Bahia, 04 de Março de 2021
Por: A Gazeta Bahia
20/01/2021 - 07:04:43
Nesta quarta-feira, completam-se vinte dias da nova gestão da prefeita de Eunápolis, Cordélia Torres. Durante este período, a sua administração enfrenta desafios enormes e não consegue colocar sua digital no campo do planejamento.
 
Até o memento, praticamente nada evoluiu, e nem despertou o interesse da população. Os desencontros são enormes. Uma mistura gritante de descontentamentos que se proliferam desde suas bases de apoios, aos servidores públicos, perplexos com portarias enviesadas e ultrapassadas, passando pelas lideranças que apostaram em um novo momento para Eunápolis, mas que percebe, um governo sem rumo, fragilizado e sem planejamento algum.
As secretarias estão tocando suas atividades, seguindo os cursos naturais de rotina. Nada de novo. Os chefes das pastas não têm autonomia, apenas observam!
 
Outro ponto ruim do governo, são as distribuições dos cargos, parte deles, ocupados por pessoas desconhecidas da sociedade, sem embasamentos técnicos sobre o município, bem como, a ingerência de seus familiares.
Os apoiadores de Cordélia, mesmo os mais ativistas, estão apavorados com a sequência de deslizes e o início obscuro da administração, muito diferente dos discursos de campanha.
Outra grave questão, é a contínua ausência da prefeita, e a sua falta de iniciativa para tomar as decisões corretas.
 
As grandes lideranças, que marcharam com Cordélia, enfatizando os discursos da mudança, estão afastados dela, e aos poucos, começam a montar seus projetos políticos, com certa revolta, diante dos incontidos erros da gestora, cada vez mais fragilizada e introspectiva.
A gestão começa errando muito, recheada de incertezas, e dificilmente vai superar esse inconformismo geral.
A prefeita precisar parar, refletir sobre os erros, e reconstruir a imagem do governo, que começa patinando e sem prumo.
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